Os veteranos do metal extremo Eternal Drak abriram os portões do caos. O seu sexto longa-duração, intitulado "The Violence of Time", é lançado oficialmente hoje, dia 17 de julho, e já se encontra totalmente disponível para escuta, oferecendo aos fãs uma imersão completa no trabalho mais agressivo, conceptual e filosoficamente carregado da banda até à data.
O TEMPO COMO ADVERSÁRIO
A audição integral do álbum convida os ouvintes a entrarem diretamente no universo hostil que os Eternal Drak construíram. Um lugar onde o tempo não é uma medida neutra, mas sim um adversário, uma força que corrói o significado, distorce a memória e esmaga a identidade. A banda descreve o disco como um confronto com o próprio tempo, não como os humanos o imaginam, mas como ele realmente se comporta.
"O tempo não acompanha os seres humanos; subjuga-os. Não flui; impõe-se. Não revela significado; destrói-o", acrescenta a banda. Ao longo de dez faixas, "The Violence of Time" desmantela a compreensão humana do passado, presente e futuro. Cada canção é uma tese violenta, um ataque sonoro e lírico contra a ideia de que o tempo pode ser explicado ou contido.
A EVOLUÇÃO DO EXTREMO
Musicalmente, o álbum foi construído para os verdadeiros devotos do metal da velha guarda: aqueles que são atraídos pelo espírito cru do thrash, pela escuridão do black metal e pela severidade do death metal. Os Eternal Drak fundem a agressividade analógica com a densidade digital, resultando num som variado no ritmo e cativante no impacto.
Formados em 1997 na América Latina e atualmente sediados no Quebeque (Canadá ), os Eternal Drak evoluíram das suas fundações cruas para uma força dinâmica. O seu som cresceu lado a lado com a própria cena metal, adaptando-se a novas ferramentas e tecnologias, mas preservando sempre a intensidade e o caráter que definem a banda.
ALINHAMENTO
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FORMAÇÃO
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