Numa cena musical onde muitos procuram a escuridão, há quem a abrace como uma força de renovação. É o caso de PTOLEMEA, o projeto visionário da artista Priscila Da Costa, que acaba de lançar o seu segundo e muito aguardado álbum, "KALI". Editado pela Ragingplanet Records a 6 de novembro de 2025, o disco é mais do que uma coleção de canções; é um ritual sonoro, uma invocação à deusa hindu da destruição e do renascimento.
Inspirado na antiga teoria da "música das esferas" de Cláudio Ptolomeu, o projeto PTOLEMEA sempre foi uma viagem espiritual. Desde a sua criação em 2018, Priscila Da Costa tem usado a música como um espelho da sua própria evolução, transitando de um rock mais cru para paisagens sonoras atmosféricas e experimentais. Com "KALI", essa transformação atinge um novo patamar.
A DEUSA DA DESTRUIÇÃO E RENOVAÇÃO
Na tradição hindu, Kali é a força que limpa o caminho para o novo. A sua destruição não é caos, mas sim um ato de propósito: aniquilar a ilusão, o ego e a corrupção para dar lugar à verdade e à libertação. É esta a filosofia que PTOLEMEA abraça em "KALI". O álbum é um convite para confrontar a própria escuridão, não como um fim, mas como um meio para a cura, a transformação e o equilíbrio interior.
Alinhamento de "KALI":
- Kura
- Breathe
- Blue Moon
- Luta
- Guilhotina
- Andhera
- Gaivota
- Aqui, Ali, Acolá
- Kali
- 🤘 Segue a viagem de PTOLEMEA:
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